II Festival SESI literário
A premiação do Festival aconteceu no dia 09 de dezembro no Centro de Cultura de Alagoinhas.
Entre os premiados 2 representantes da rede municipal de ensino.
O aluno Hilderlucas, do Centro Educacional Murilo Cavalcanti foi o primeiro lugar da categoria - Poesia e a aluna Mirela de O. Barreto do Colégio Dr. Jairo Azi recebeu a certificação ficando em segundo lugar da mesma categoria. Seguem as poesias premiadas.
A UM
OUVINTE
Eu nasci no silêncio
Você nasceu ouvindo
Você já parou e pensou
Como é meu mundo
No silêncio?
Não ouvir o barulho do mar
Não ouvir a chuva no telhado
O som! Como deve ser o som?
De uma boa música
Do aplauso de um grito
De um eco de uma voz
Se então quer conhecer meu mundo
Tape seus ouvidos bem forte
Observe se escutou alguma coisa
Não?
Esse é meu mundo
Que me faz não entender
O Português como vocês
Minha língua é a de sinais
Converso e interpreto
E então sinto meu mundo
Mas cuidado!
O barulho forte me assusta
E assim é meu mundo.
Autor:
Hilderlucas
Centro Educacional
Murilo Coelho Cavalcante(SEDE)
Autora: Mirela Oliveira Barreto 7ª
A Colégio Municipal Dr.Jairo Azi
Tema: Violência Festival Literário
O que
será daqui pra frente?
A violência é um A
violência é uma força
ato criminoso, quem destrutiva,
não tem quem
menos você imagina viva bem ,
padecendo
está no meio desse sufoco tanto
nessa vida.
Em todo canto do país Se saio pelas
ruas, só vejo
precisamos melhorar, violência, queria poder viver
a violência nesta nação em um país que não houvesse
não tem como piorar tanta negligência.
A situação está difícil
Não há mais local seguro, sem
de contornar, em qualquer violência,
até na zona rural
esquina tem crianças passamos por apuro.
tramando para te atacar . Ah!
Quanta decadência...
Estamos em uma época em Por já ter visto muitas
coisas no
que não importa o estado pouco tempo em
que vivi, desejo
ou a cidade, a violência nesse bastante sorte
para todos que
país é uma triste realidade. Vivem por aqui.
A violência não tem ano , O que será daqui
para frente
ou lugar, num momento não
tenho como dizer ,
Inesperado há sempre
só digo uma coisa,
Alguém para se lamentar. Estou
tentando sobreviver.
A droga também ,
gera muita violência,
As pessoas drogadas
agem sem consciência.